quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Homenagem ao cinquentenário da 1ª Região Tradicionalista

 A Subcoordenadoria da Zona Sul realizou a entrega da placa de homenagem ao Jubileu de Ouro da Primeira Região Tradicionalista, no dia 21 de outubro, juntamente com o histórico das entidades que ao longo destes 50 anos fazem ou fizeram parte deste jubileu. Um trabalho feito a várias mãos, a finalização dos registros das entidades foram elaborados pelo sr. Valdir Secchi, ex-coordenador da Primeira Região Tradicionalista.




sexta-feira, 28 de agosto de 2020

terça-feira, 11 de agosto de 2020

quinta-feira, 23 de julho de 2020

DPT. DE INCLUSÃO NO MTG

A transmissão foi mediada pelo conselheiro do MTG, Thiago Ilha, e contou com a participação, além de Mara, também da presidente do Movimento, Gilda Galeazzi, da declamadora Laura Kuhn, da professora Cláudia Silviera, de Guaíba, e da prenda mirim Geovana dos Passos.
 Avanço
A presidente do MTG lembrou que sempre se falou a respeito da inclusão na entidade, mas ainda não havia uma ação concreta, e que apenas algumas invernadas de danças apresentavam coreografias inclusivas. “Nosso primeiro passo seria dado da Fecars – Festa Campeira do Rio Grande do Sul, onde haveria participantes na cancha. Ainda não pudemos começar esse trabalho que tanto sonhamos e a Mara projetou, mas 2021 será diferente e com certeza poderemos iniciar o projeto”, afirmou a presidente.
Segundo Mara, a inclusão deve ser realizada de uma maneira natural. “Este departamento novo, do qual estou à frente, precisamos estruturar e normatizar. Estávamos ainda nas primeiras tratativas quando iniciou a pandemia.”. Ela relatou que a primeira coisa a ser feita seria um mapeamento das entidades tradicionalistas, assinalando quais já possuem atividades voltadas a práticas inclusivas e também da potencialidade de cada CTG para o desenvolvimento das atividades.
A matéria completa você lê no Eco da Tradição de julho de 2020

quarta-feira, 22 de julho de 2020

NOVAS REGRAS PARA "GTA"



Governo prevê nova portaria sobre GTA em 15 dias 
            
Em live na pagina do MTG, o secretário da Agricultura Covatti Filho disse que em 15 dias será editada uma nova normativa sobre uso de GTA para trânsito de cavalos. A ideia é minimizar os efeitos de uma portaria que voltou a obrigar a guia em descolamentos dentro de uma mesma cidade.

Covatti explicou que a revogação da portaria foi condição imposta pelo ministério da Agricultura para tornar o estado live de febre aftosa, sem vacinação. A nova normativa voltará a liberar, por exemplo, a realização de uma cavalgada dentro do perímetro de uma mesma cidade, sem portar a guia.

O secretário também se manifestou sobre as provas campeiras, interrompidas pela pandemia. Disse que está sendo criado um protocolo a ser encaminhado à secretaria da Saúde, em conjunto com o vice-presidente Campeiro do MTG Adriano Pacheco, para liberar treinos nas áreas de cor laranja e amarela, entre outras atividades.

terça-feira, 21 de julho de 2020

LIVE "PROSEANDO COM A 1ª RT"

   Nesta quarta-feira dia 22/07 ás 2oH, assista a live "Proseando com a 1ª RT", esta é a primeira de uma série de lives que tem como objetivo encontros virtuais para conversas sobre diversos assuntos, uma forma de manter atualizações das informações pertinentes ao segmento de nossa tradição, com convidados da 1ª RT, cada apresentação terá novos personagens fazendo parte das lives. não perca esta prosa acompanhe pelo facebook do MTG.


segunda-feira, 20 de julho de 2020

DEPARTAMENTO CULTURAL



ATA

ATAS REUNIÃO SUBCOORDENADORIA ZONA SUL


O Coordenador da Primeira Região Tradicionalista, Sr. Edison Fagundes, convoca a todos para II Encontro Regional de Patrões (1º Encontro Virtual), reunião on-line das Entidades Tradicionalistas da 1ªRT 

Data: 27.07.2020 
Horário: 19:30hs 
Local: ambiente virtual Google Meet .

Pauta: Artística e assuntos Gerais.

Atenciosamente,
Secretaria Geral da Primeira Região Tradicionalista.

Obs: link será disponibilizado 30min antes através dos grupos de WhatsApp das Subcoordenadorias.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

PRENDADO DA ZONA SUL

PRENDAS E PEÕES REGIONAIS ORIUNDOS

 DA SUBCOORDENADORIA ZONA SUL



PRENDADO 2019/2020


1ª Prenda Adulta


Amanda Rochol Farias

CTG Lanceiros da Zona Sul

quinta-feira, 16 de julho de 2020

TEMA DOS FESTEJOS FARROUPILHAS 2020


GAÚCHOS SEM FRONTEIRAS
(parte I)
Definido pelo MTG, este é o tema dos festejos farroupilhas 2020. Fazendo referência a todos que, mesmo em pagos distantes cultuam as tradições gaúchas tal qual vivessem em solo riograndense. E da mesma forma, os tradicionalistas que mesmo não nascidos no nosso estado ou que nunca tenham estado aqui.
TRADICIONALISMO GAÚCHO NÃO ESCOLHE TEMPO NEM LUGAR
Isto porque entende-se que culto às tradições gaúchas contagia as pessoas, as quais mesmo morando em locais distantes deste chão, do verdadeiro sentimento nativista e de amor ao tradicionalismo. O “estado de espírito”, citado por Paixão Côrtes de que o tradicionalista é investido ao praticar os usos e costumes, além de respeitar os símbolos gaúchos, é um sentimento que nada mais é do que a consciência de ser tradicionalista, pois adotamos essas atitudes comportamentais inconscientes. Digo inconsciente, pois não são premeditamos os atos que se tornam hábitos tais como; cevar um mate, escutar uma música gaúcha, usar pilcha, estudar e conhecer mais sobre a história do povo gaúcho ou freqüentar um Centro de Tradições Gaúchas. Seguimos somente o instinto do bem-estar, e de nos sentirmos feliz em fazê-los. Esse sentimento não escolhe tempo e lugar, acontece em qualquer querência do planeta.
NATIVISMO E AMOR À TERRA
Muito antes de ser considerado um movimento musical, nativismo para a antropologia é toda ação que procure valorizar a cultura de um lugar, em reação à imposição de uma cultura externa, em geral dominante. O nativismo faz-se sentir especialmente na história dos povos que foram colonizados por outros, muitas vezes através de revoltas e motins, culminando mais adiante na própria emancipação - ou na completa aculturação (Wikipédia)
O amor a sua terra e o sentimento de patriotismo do povo gaúcho vêm desde os primórdios da sua formação. Primeiramente o índio enfrentou muitas lutas e acabou sendo expulso de sua terra, e seu herói Sepé Tiarayu deixou gravado nas páginas da história a famosa frase essa terra tem dono. Depois as lutas constantes por demarcação de fronteiras. Mais tarde a própria revolução Farroupilha marcou a história do estado e do país, pela bravura e coragem dos republicanos que não se intimidaram frente às forças Imperiais e durante dez anos pelearam com o que tinham e estabeleceram sua fibra, honrando a sua bandeira e hino criados durante a mais longa revolta que o país teve. Estes fatos acabaram por reforçar este elo homem e o pago, lugar onde nasceu.
A RIQUEZA DA CULTURA GAÚCHA
Ocorre que este sentimento nativista, coisa própria do gaúcho, é contagiante. O amor ao pago e tudo que se refere às lidas campeiras, se transforma em telurismo referendado na música, na literatura e nas artes do regionalismo gaúcho. Com relação à música podemos observar que nossa cultura enriquecida de uma terminologia própria que destacou sempre o gaúcho e seus hábitos e gostos, como: o chimarrão, o cavalo e os apetrechos necessários para as suas lidas campeiras. O romantismo também sempre presente na música, desde Pedro Raimundo com sua “mariana”, depois Teixeirinha e Mary Teresinha, dupla que levou por vez primeira o gauchismo além fronteiras, denota o gaúcho sempre apaixonado por sua prenda, a companheira, inclusive de lidas. José Mendes e suas composições musicais, Gildo de Freitas através de sua inteligência para trovas e verso do repentismo e que também se tornou um estilo inconfundível destacando essa arte poética para o restante do Brasil, e tantos outros. Com o surgimento dos festivais nativistas a partir da Califórnia da Canção em Uruguaiana, trouxe uma leva de novos compositores e intérpretes, como Cesar Passarinho, José Claudio Machado e outros, que deram uma considerável notoriedade às atividades do homem do campo, o galpão de estância e tudo que se refere ao campeirismo.
A literatura trouxe-nos também uma safra de grandes poetas e escritores. Desde a criação do Partthenon Literário, por exemplo. Obras como As lendas do Sul de Barbosa Lessa, os escritos de Érico Veríssimo e o seu Tempo e o Vento. A pajada pelo nosso grande Jayme Caetano Braun, que se projetou no cenário sulbrasileiro e nos países da Argentina, Uruguai e Paraguai. São incontáveis as obras literárias que enriquecem nossa cultura nata e que não seria possível descrevê-las em poucas linhas, mas que sem dúvida são esteios da cultura gaúcha e destacam-se no cenário nacional e mundial.
A riqueza da cultura gaúcha deu origem a trabalhos no cinema e Televisão como as minisséries baseadas na literatura gaúcha, como: A casa das sete mulheres, O tempo e o Vento. O filme Anahy de las missiones; Neto e o domador de cavalos; Neto perde sua alma, são alguns dos filmes que destacaram Tabajara Ruas, e o Ator Werner Schunemann para o cenário nacional.
A CULTURA GAÚCHA NA VITRINE DO MUNDO
Em 1986 João Carlos Dávila Paixão Côrtes que esteve durante três meses na Europa traduzindo suas obras sobre o Gaúcho. Mais recentemente Renato Borgueti fez uma turnê pela Europa. CTG´s como Aldeia dos Anjos, Gildo de Freitas, Rancho da Saudade, e outros, fazem excursões e apresentações no exterior, levando nossas danças tradicionais e coreografias que também contam nossa história.
O Movimento Tradicionalista Gaúcho que surgiu em 1948 com a criação do primeiro Centro de Tradições Gaúchas, o 35 CTG, a partir de então se espalhou por muitos estados do Brasil e alguns países. Reafirmou este orgulho de ser gaúcho que nos salta à garganta ao cantar o hino riograndense, e mareja os olhos ao ver desfraldada a bandeira do nosso estado, é o mesmo destes gaúchos distantes. E só de pensar que do outro lado do mundo há alguém entoando esse hino e hasteando o pavilhão riograndense, e às vezes em mesmo ter nos visitado, é muito orgulho. Por esta razão a cultura gaúcha é a mais amada e respeitada, sem desmerecer nenhuma outra.
Os Gaúchos sem fronteiras que saíram deste pago e se aquerenciaram em lugares distantes, tiveram a iniciativa de dar prosseguimento ao culto das nossas tradições. Por esta razão foram sendo criados os CTG´s em muitos lugares onde nem mesmo a língua portuguesa é falada muito menos o “gauches”. A saudade da terra natal, ou do lugar que conheceram foi o que levou estes gaúchos sem fronteiras a se unirem e criarem suas entidades. E levarama efeito eventos iguais aos que vemos por estas bandas, tais como: curso de danças de fandango, ensaios e apresentações de invernadas de danças tradicionais, desfiles a cavalo, e apresentações artísticas individuais ( declamação, intérpretes vocais, trovas, chulas, etc...).
A ORGANIZAÇÃO DOS MTG´s – A CRIAÇÃO DA CBTG
Do livro Tradicionalismo Organizado, 70 anos de história (Fraga Cirne, pg 223,225)
Com a expansão do tradicionalismo o surgimento das entidades além fronteiras do território riograndense, o Movimento Tradicionalista Gaúcho se organizou em Federações. A partir de então foi proposto a criação de uma confederação que tivesse entre outros objetivos o de congregar as federações já criadas. Surge então a Confederação Brasileira de Tradição Gaúcha – CBTG, fundada em 24 de maio de 1987, por iniciativa de líderes tradicionalistas dos estados do Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, percebendo a necessidade da criação de uma entidade que congregasse os tradicionalistas de estados fora do Rio Grande do Sul, com o objetivo de reunir federações já formadas e auxiliar os CTG´s no que se refere a se organizarem em federações e posteriormente integrarem a Confederação. Além disso, a organização da CBTG, propiciaria a difusão da cultura gaúcha, as diretrizes e regulamentos que norteiam o movimento, e obviamente a Carta de Princípios. A reunião para fundação da CBTG aconteceu em Ponta Grossa no Paraná. O primeiro presidente foi Jacob Momm Filho (SC) de 1987/1989.
A SEDE DA CBTG
O 15º Congresso Brasileiro de Tradição Gaúcha, realizado em Brasília, de 20 a 22 de novembro de 2009, estabeleceu que a sede administrativa da CBTG e o foro jurídico se localizem em Porto Alegre, bem como a sede simbólica do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro.
FEDERAÇÕES DESLIGADAS DA CBTG
Atualmente as federações do Nordeste (UTGN) e do Rio de Janeiro (UTGRJ) são desligadas da CBTG, por ocasião congresso realizado em Lajes, SC, no ano de 2013.
ENTIDADES TRADICIONALISTAS PELO BRASIL
Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha CTGs e Piquetes no Brasil Conforme *dados atualizados, no Brasil existem atualmente em atividade 2.575 CTGs e 4.031 Piquetes/Entidades Similares. As entidades tradicionalistas estão distribuídas pelo Brasil e filiadas aos oito MTGs conforme mapa
CTGs em atividade: Total CTGs: 2.575, Total Piquetes: 4.031
MTG-RS: 1.731 – CTG´s
Piquetes/Entidades similares: 2500 MTG-SC: 462– CTG´s
Piquetes/Entidades similares: 1.509
MTG-PR: 280– CTG´s
Piquetes/Entidades similares: 11 MTG-MT: 32– CTG´s
MTG-SP: 28– CTG´s.
MTG-PC:19– CTG´s
Piquetes/Entidades similares: 5
MTG-MS: 11– CTG´s.
MTG-AO: 12 – CTG´s
Piquetes/Entidades similares: 10
*Dados atualizados em julho de 2019. (Fonte: site da CBTG)
pesquisa: Cesar Tomazzini
Coordenadores oriundos da Zona Sul

       Esta galeria faz referência aos tradicionalistas pertencentes a Zona Sul de Porto Alegre, que deixaram seu legado ao exercer o cargo máximo na Primeira Região Tradicionalista, como Coordenadores Regionais, representando onze municípios pertencentes a 1ª RT.



1990/1991
Pedro Fernando da Rocha Faria



1997/1998
Valdir Antonio Secchi




2003/2007
Nelson Lima dos Santos



 2017/2018
Luiz Henrique Lamaison


segunda-feira, 13 de julho de 2020

PATRÕES ZONA SUL

2019/2021
Clóvis Carus
CTG Estância da Azenha

2019/2021
Tarciso de Cássio Falconi Cunha
CTG Porteira da Restinga

2019/2021
Josoé Paulo Cacenot
CTG Roda de Chimarrão

2019/2021
Cláudia Regina Pinto Bandeira
CTG Guardiões do Rio Grande

2019/2021
Paulo Roberto Matukait da Silva
DTG 12 de Outubro

2020/2021
João Batista Paiva Cardias
CTG Lanceiros da Zona Sul

2020/2021
Jorge Luiz Barbosa da Silva
CTG Laço da Querência

2020/2021
Villi Zanela
CTG Pousada da Figueira

2020/2021
Paulo Gilberto Nemitz dos Santos
CTG Glaucus Saraiva



2020/2020
Rogério Bastos
DTG Lenço Colorado


2018/2021
Aguinaldo Ferreira dos Santos
DTG Mala de Garupa


2020/2021
IMAGEM
DTG Sangue Nativo

2019/2020
Pedro Luiz Machado Reis
CTG Estância da Figueira


2020/2021
IMAGEM
DTG Estância do Pinheiro

2020/2021

Edison Francisco Tavares Debom
CTG Caminhos do Pampa


2020/2021
Paulo Roberto Cavalheiro de Souza
PL Galpão do Souza


2020/2021

Hamilton Bonifácio
CTG Ponteiros do Rio Grande (ASSTBM)


2020/2021

Marcia Borges da Silva
CTG Tropeiros da Tradição



2018
Vera Lúcia Gonçalves Otton
DTG Lenço Verde da Querência